O comércio electrónico é todo o processo pelo qual uma encomenda é colocada ou aceite através da Internet, ou de qualquer outro meio electrónico, representando um compromisso para uma futura transferência de fundos em troca de produtos ou serviços.
Contudo, o pagamento ou entrega dos produtos ou serviços transaccionados não terá, necessariamente, de ser feito através dessas redes.
Este tipo de comércio distingue-se do tradicional principalmente pela forma como a informação é trocada e processada entre as partes intervenientes, pois em vez de existir um contacto pessoal directo entre ambas as partes, a informação é transmitida através de uma rede digital ou de outro canal electrónico, tal como o telefone, o fax, o EFT (Electronic Funds Transfer), o e-mail ou a web.
Engloba todas as transacções efectuadas entre empresas em tempo real. Em Portugal, representa cerca de 90% do comércio electrónico e desenvolve-se em três áreas: os e-Marketplaces onde empresas de uma indústria específica ou de vários ramos de actividade estabelecem laços comerciais entre si, assumindo ora a posição de vendedor ora a de comprador; os e-Procurements que suportam o aprovisionamento das organizações, permitindo-lhes optimizar a cadeia de fornecimento em termos de tempo de custos através da automatização das ligações com os fornecedores; os e-Distributions que integram as empresas com os seus distribuidores, filiais e representantes, permitindo efectuar diversas tarefas. É desta forma que o modelo B2B tem vindo a incentivar a cooperação empresarial, tornando as empresas mais competitivas e ajudando-as a enfrentar os novos desafios da globalização.
Diz respeito à secção de retalho do comércio electrónico, caracterizando-se pelo estabelecimento de relações comerciais electrónicas entre as empresas e os consumidores finais. Este mercado é composto por todos os consumidores que adquirem bens e serviços (exemplos: computadores, livros, CDs, automóveis, produtos alimentares, etc.) para uso próprio ou domiciliar, isto é, não existe objectivo comercial para o que adquiriram. Deste modo, o consumidor fica com uma imagem da empresa actualizada, demonstrando uma organização de carácter evolutivo, moderna e apta a oferecer um produto ou serviço de qualidade, oferecendo muito mais informação e uma experiência de compra mais confortável.
Refere-se a todas as transacções on-line realizadas entre as empresas e a Administração Pública, envolvendo uma diversidade de serviços, nomeadamente na área fiscal, de segurança social, do emprego, dos registos e notariado, etc. este segmento ainda se encontra numa fase inicial de desenvolvimento, mas tende a aumentar rapidamente com os recentes investimentos no e-government.
Abrange todas as transacções electrónicas efectuadas entre os indivíduos e a Administração Pública, nomeadamente nas áreas da segurança social (divulgação de informação, realização de pagamentos, etc.), a saúde (marcação de consultas, informação sobre doenças, pagamento de serviços de saúde, etc.), a educação (formação à distância, etc.) e os impostos (entrega das declarações, pagamentos, etc.). Estes dois últimos modelos estão associados à ideia de modernização, transparência e qualidade dos serviços públicos que têm vindo a ser cada vez mais realçados pelas entidades governamentais.
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Vantagens:
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Métodos de pagamentos seguros:
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